SABORLATINO
Convite à Dança e Música
23 de Julho de 2007

Carlos Paredes (Coimbra, 16 de Fevereiro de 1925 — Lisboa, 23 de Julho de 2004) foi um compositor e guitarrista português.


Ele era conhecido como O mestre da guitarra portuguesa ou O homem dos mil dedos. Foi um dos grandes guitarristas e é um símbolo ímpar da cultura portuguesa. É um dos principais responsáveis pela divulgação e popularidade da guitarra portuguesa e grande compositor. Ao contrário do que muitos pensam, Carlos Paredes é um guitarrista tipicamente de Coimbra, para além das influências dos seus antepassados - pais, avós, tios, todos eles exímios guitarristas de Coimbra - a guitarra é de Coimbra, a afinação é de Coimbra e mesmo o estilo é tipicamente Coimbrão.

Filho, neto e bisneto dos famosos guitarristas Artur, Gonçalo Paredes e José Paredes, ele começou a estudar guitarra portuguesa aos quatro anos com o seu pai, embora a mãe preferisse que o filho se dedicasse ao piano, frequenta o Liceu Passos Manuel, começando também a ter aulas de violino na Academia de Amadores de Música. Na sua última entrevista, recorda: "Em pequeno, a minha mãe, coitadita, arranjou-me duas professoras de violino e piano. Eram senhoras muito cultas a quem devo a cultura musical que tenho".

Em 1934, muda-se para Lisboa com a família, e abandona o violino para se dedicar, sob a orientação do pai, completamente à guitarra. Carlos Paredes fala com saudades desses tempos: "Neste anos, creio que inventei muita coisa. Criei uma forma de tocar muito própria que é diferente da do meu pai, do meu avô, bisavô e tetratavô".

Carlos Paredes inicia em 1939 uma colaboração regular num programa de Artur Paredes na Emissora Nacional e termina os estudos secundários num colégio particular. Em 1943 faz exame de admissão ao Curso Industrial do Instituto Superior Técnico, que não chegou a concluir e inscreve-se nas aulas de canto da Juventude Musical Portuguesa, tornando-se em 1949 funcionário administrativo do Hospital de S. José.

Em 1957 grava o seu primeiro disco, a que chamou simplesmente "Carlos Paredes".

Em 1958, é preso pela PIDE por fazer oposição a Salazar, é acusado de pertencer ao Partido Comunista Português, de que era de facto militante, sendo libertado no final de 1959 e expulso da função pública na sequência de julgamento. Durante este tempo andava de um lado para o outro da cela fingindo tocar música, o que levou os companheiros de prisão a pensar que estaria louco - de facto, o que ele estava a fazer, era compor músicas na sua cabeça. Quando voltou para o local onde trabalhava no Hospital, uma das ex-colegas, Rosa Semião, recorda-se da mágoa do guitarrista devido à denúncia de que foi alvo: «Para ele foi uma traição, ter sido denunciado por um colega de trabalho do hospital. E contudo, mais tarde, ao cruzar-se com um dos homens que o denunciou, não deixou de o cumprimentar, revelando uma enorme capacidade de perdoar!»

Em 1962, é convidado pelo realizador Paulo Rocha, para compor a banda sonora do filme Os Verdes Anos: «Muitos jovens vinham de outras terras para tentarem a sorte em Lisboa. Isso tinha para mim um grande interesse humano e serviu de inspiração a muitas das minhas músicas. Eram jovens completamente marginalizados, empregadas domésticas, de lojas - Eram precisamente essas pessoas com que eu simpatizava profundamente, pela sua simplicidade». Recebeu um reconhecimento especial por “Os Verdes anos”.

Tocou com muitos artistas, incluindo Charlie Haden, Adriano Correia de Oliveira e Carlos do Carmo. Escreveu muitas músicas para filmes e em 1967 gravou o seu primeiro LP "Guitarra Portuguesa".

Quando os presos politicos foram libertados depois do 25 de Abril de 1974, eram vistos como heróis. No entanto, Carlos Paredes sempre recusou esse estatuto, dado pelo povo. Sobre o tempo que foi preso nunca gostou muito de comentar. Dizia «que havia pessoas, que sofreram mais do que eu!». Ele é reintegrado no quadro do Hospital de São José e percorre o país, actuando em sessões culturais, musicais e políticas em simultâneo, mantendo sempre uma vida simples, e por incrível que possa parecer, a sua profissão de arquivista de radiografias. Várias compilações de gravações de Carlos Paredes são editadas, estando desde 2003 a sua obra completa reunida numa caixa de oito CDs.

A sua paixão pela guitarra era tanta que, conta que certa vez, a sua guitarra se perdeu numa viagem de avião e ele confessou a um amigo que «pensou em se suicidar».

Uma doença do sistema nervoso central (mielopatia), impediu-o de tocar durante os últimos 11 anos da sua vida. Morreu em 23 de Julho de 2004 na Fundação Lar Nossa Senhora da Saúde em Lisboa, sendo decretado Luto Nacional.


publicado por maripossa às 21:25 link do post
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01 de Julho de 2007

Neste dia primeiro de Julho, uma mulher de grandes caris humano e simples, que gostava de flores de tomar chá com aos amigos até de madrugada pois gostava de falar, se calhar seria um pouco de solidão, gostava de companhia para não se sentir só, sempre foi uma apaixonada por esta (mulher) de grande afirmação perante o que cantava no Palco onde levava multidões atrás dela, que enchia olhos de lágrimas e sentimento o xale negro traçado em seus ombros.

Como cantavas Amália pois desde criança te ouvia e cantava ou tentava cantar, como te rotularam de seres, afecta ao antigo regime agora o que fazem!..eu não acredito, tudo era contra, mas nos livros conta-se doutra maneira, mas hoje tudo é democrático e se fazem muitas coisas a bem da democracia o que deixa, um pouco de expectativa perante tal facto.

 

Amália hoje vou escrever um poema que cantaste, que adoro e hoje recordo nesta dia que vieste a este mundo para seres a Diva... que jamais se apagará na memória, deste pequeno Portugal ,elas são as nossas recordações, um povo sem memória não é Povo Feliz.

 Este fado que aqui coloco a letra,não sei se foi feita por Amália,mas se foi demostra alguma trsteza,eu adoro este Fado.

 

Grito

 

 

Silêncio

Do Silêncio se faz um grito

E o corpo todo me dói

Deixai-me chorar um pouco

De sombra a sombra

Há um céu tão recolhido

De sombra a sombra

Já lhe perdi o sentido

Ó céu

Aqui me falta a luz

Aqui me falta uma estrela

Chora-se mais

Quando se vive atrás dela

E eu

A quem o céu esqueceu

Sou a que o mundo perdeu

Só choro agora

Que quem morre já não chora

publicado por maripossa às 22:57 link do post
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13 de Junho de 2007

António Joaquim Rodrigues Ribeiro, conhecido por António Variações (3 de Dezembro de 1944 - 13 de Junho de 1984), foi um cantor e compositor português dos anos 80.

Variação nasceu em Lugar de Pilar, uma pequena aldeia da freguesia de Fiscal no município de Amares.

Cedo procurou a sua independência e foi aí que com 12 anos partiu para Lisboa, onde trabalhou como escriturário, e depois de cumprir o serviço militar em Angola partiu para o estrangeiro: Londres, primeiro, e Amesterdão, depois, onde descobriu um novo mundo, querendo trazer para Portugal uma nova maneira de viver; enriquecido pelas novas experiências vividas, juntamente com um Portugal modesto, essa maneira não foi muito bem vista aos olhos dos portugueses.Foi nesta última cidade que aprendeu profissão de barbeiro que foi exercer em Lisboa para onde tinha, entretanto, voltado.

Em 1981, sem ter até aí editado qualquer música, participa no programa de televisão de Júlio Isidro, O Passeio dos Alegres. A sua música e o seu estilo próprio e inconfundível fizeram com que depressa alcançasse uma fama razoável.

Edita o primeiro single com o tema Povo que lavas no rio de Amália, sua maior referência; logo de seguida lança o seu primeiro LP, Anjo da Guarda com dez faixas, todas de sua autoria, onde se destacaram os êxitos É pára amanhã e O corpo é que paga. Em 1984 lança o seu segundo trabalho, intitulado Dar e receber. Quando "Dar E Receber " é editado, já António Variações se encontra internado no Hospital Pulido Valente devido a um problema brônquico-asmático. É já no hospital que ouvirá pela primeira vez na rádio as músicas de promoção do disco. É nesse mesmo ano que morre, a 13 de Junho, vítima de uma broncopneumonia, provavelmente causada pela SIDA, especula-se que terá sido a primeira figura pública portuguesa a morrer vítima desta doença.

O seu último concerto foi dado a 22 de Abril de 1984 em Viatodos, aldeia do concelho de Barcelos, num espectáculo do programa das festas da Isabelinha.

Vinte anos após a sua morte, em Dezembro de 2004, é lançado um álbum em sua homenagem, com canções da sua autoria que nunca tinham sido editadas; sete conhecidos músicos portugueses formaram a banda Humanos, e gravaram 12 músicas seleccionadas de um conjunto de cassetes "perdidas" no património de Variações administrado pelo irmão, Jaime Ribeiro.

Nesta data de sua morte ainda hoje se ouve de bom grado as suas cançoes, como se perdeu um bom compositor de música, como ele era um homem um excêntrico morreu no dia de Santo António,como as suas musicas eram um pouco alegres aqui estará a razão 

 

Fonte Wikipédia

publicado por maripossa às 19:21 link do post
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10 de Junho de 2007

Luís Vaz de Camões (cerca de 1524 — 10 de Junho de 1580) é frequentemente considerado como o maior poeta de língua portuguesa e dos maiores da Humanidade. O seu génio é comparável ao de Virgílio, Dante, Cervantes ou Shakespeare. Das suas obras, a epopeia Os Lusíadas é a mais significativa.


Camões teria nascido em Lisboa ou Alenquer por volta de 1524 ou 1525, de uma família de origem galega que se fixou primeiro no Norte (Chaves) e depois irradiou para Coimbra e Lisboa. Foi seu pai Simão Vaz de Camões, que cedo deixou a sua mulher e filho para ir para a Índia, morrendo em Goa poucos anos depois, e mãe Ana de Sá e Macedo. Por via paterna, Camões seria trineto do trovador galego Vasco Pires de Camões, e por via materna, aparentado com o navegador Vasco da Gama.

Entre 1542 e 1545, viveu em Lisboa, trocando os estudos pelo ambiente da corte de D. João III, conquistando fama de poeta, e feitio altivo.

 
Estátua do poeta na Praça Luís de Camões, ao Bairro Alto em LisboaViveu algum tempo em Coimbra onde teria frequentado o curso de Humanidades, talvez no Mosteiro de Santa Cruz, onde tinha um tio padre D. Bento de Camões. Não há registos da passagem do poeta por Coimbra. Em todo o caso, a cultura refinada dos seus escritos torna a única universidade de Portugal do tempo como o lugar mais provável de seus estudos. Ligado à casa do Conde de Linhares, D. Francisco de Noronha, e talvez preceptor do filho D. António, segue para Ceuta em 1549 e por lá fica até 1551. Era uma aventura comum na carreira militar dos jovens, recordada na elegia Aquela que de amor descomedido. Num cerco, teve um dos olhos vazados por uma seta pela fúria rara de Marte. Ainda assim, manteve as suas potencialidades de combate.

De regresso a Lisboa, não tarda em retomar a vida boémia. São-lhe atribuídos vários amores, não só por damas da corte mas até pela própria irmã do Rei D. Manuel I. Teria caído em desgraça, a ponto de ser desterrado para Constância. Não há, porém, o menor fundamento documental. No dia do Corpo de Deus de 1552 entra em rixa, e fere Gonçalo Borges, funcionário da cavalariça real. Preso, é libertado por carta régia de perdão de 7 de Março de 1553, graças sobretudo aos esforços feitos por sua mãe, que, visitando ministros reais e o próprio Borges, lhes suplica o perdão. No entanto haviam condições para a sua liberadade: primeiro tem de pagar multa de 4 mil réis ao esmoler d’El-Rei e depois embarcar para a Índia e servir por três anos na milícia do Oriente. Depois de pagar a multa embarca para a Índia na armada de Fernão Álvares Cabral, a 24 desse mesmo mês.


 

Fonte wikipédia

publicado por maripossa às 20:35 link do post
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08 de Junho de 2007

Sónia Maria Campos Braga (Maringá, 8 de Junho de 1950) é uma actriz brasileira. Depois de alcançar a fama no Brasil com a telenovela Gabriela, teve uma carreira promissora.

Viveu nos Estados Unidos da América onde actuou em filmes e programas de TV desde 1985; participou da famosa série americana Sex. and the City e também em muitos filmes e séries televisivas nacionais e internacionais. Um dos primeiros trabalhos foi na versão brasileira do programa educativo infantil Vila Sésamo (Sesame Street), em que interpretava a professora Ana Maria. Caetano Veloso compôs duas músicas inspiradas em Sónia Braga, que são: Tigresa (sucesso na voz de Gal Costa) e Trem das Cores.

Após vinte anos, Sónia finalmente regressa ao Brasil para participar de uma telenovela inteira. Sua última participação completa foi em 1980, em Chega Mais. Depois disso, ela participou dos primeiros quinze capítulos da novela de época Força de Um Desejo (1999). A novela mais recente de que ela participou foi Páginas da Vida, de Manoel Carlos, onde interpretou uma escultora internacionalmente reconhecida.

Sónia Braga é uma das personalidades brasileiras mais conhecidas nos Estados Unidos.

fonte wikipédia

Algumas novelas que por aqui passaram em Portugal

1970-irmãos coragem

1972-Selva de pedra

1975-gabriela

1976-Dona flor e seus Dois maridos

1978-Dancin Days

1999-Força de um Desejo

2006-Páginas da Vida

Sendo esta ultima, a que está em exibição na SIC em que faz de uma escultora mulher de grande beleza,que ainda hoje a completar os seus 57 anos de vida deixa muitos homems de olhar desejoso,pois aqui se mostra que sendo a mulher bem cuidada,pode ter prestigio inteligência e fazer um belo trabalho,não importa a idade pois a ideia da velhice será na cabeça das pessoas.Parabéms

Sónia Braga

Foto Tirada da net sendo de alguém será retirada

publicado por maripossa às 22:06 link do post
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07 de Junho de 2007

Corpus Christi (latim para Corpo de Cristo) é uma festa móvel da Igreja Católica que celebra a presença de Cristo na Eucaristia.

É realizada na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade. É uma festa de 'preceito', isto é, para os católicos é de comparecimento obrigatório assistir à Missa neste dia, na forma estabelecida pela Conferência Episcopal do país respectivo.

A procissão pelas vias públicas, quando é feita, atende a uma recomendação do Código Canônico (art. 944) que determina ao Bispo diocesano que a providencie, onde for possível, "para testemunhar publicamente a veneração para com a santíssima Eucaristia, principalmente na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo." É recomendado que nestas datas, a não ser por causa grave e urgente, não se ausente da diocese o Bispo


A origem da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta ao Século XIII. A Santa Igreja sentiu necessidade de realçar a presença real do "Cristo todo" no pão consagrado. A Festa de Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV com a Bula ‘Transiturus’ de 11 de agosto de 1264, para ser celebrada na quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes.

O Papa Urbano IV foi o cônego Tiago Pantaleão de Troyes, arcediago do Cabido Diocesano de Liège na Bélgica, que recebeu o segredo das visões da freira agostiniana, Juliana de Mont Cornillon, que exigiam uma festa da Eucaristia no Ano Litúrgico. A ‘Fête Dieu’ (Festa de Deus) começou na paróquia de Saint Martin em Liège, em 1230, com autorização do arcediago para procissão eucarística só dentro da igreja, a fim de proclamar a gratidão a Deus pelo benefício da Eucaristia. Em 1247, aconteceu a 1ª procissão eucarística pelas ruas de Liège, já como festa da diocese. Depois se tornou festa nacional na Bélgica.

 
Procissão de Corpus Christi, Moosburgo, Alemanha, 2005O ofício foi composto por São Tomás de Aquino o qual, por amor à tradição litúrgica, serviu-se em parte de Antífonas, Lições e Responsórios já em uso em algumas Igrejas.

A festa mundial de Corpus Christi foi decretada em 1264. O decreto de Urbano IV teve pouca repercussão, porque o Papa morreu em seguida. Mas se propagou por algumas igrejas, como na diocese de Colônia na Alemanha, onde Corpus Christi é celebrada desde antes de 1270. A procissão surgiu em Colônia e difundiu-se primeiro na Alemanha, depois na França e na Itália. Em Roma é encontrada desde 1350.

A Eucaristia é um dos sete sacramentos e foi instituído na Última Ceia, quando Jesus disse :‘Este é o meu corpo...isto é o meu sangue... fazei isto em memória de mim’. Porque a Eucaristia foi celebrada pela 1ª vez na Quinta-Feira Santa, Corpus Christi se celebra sempre numa quinta-feira após o domingo depois de Pentecostes

fonte wikipédia

publicado por maripossa às 18:25 link do post
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05 de Junho de 2007

Em biologia, sobretudo na ecologia, o meio ambiente inclui todos os factores que afetam directamente o metabolismo ou o comportamento de um ser vivo ou de uma espécie, incluindo a luz, o ar, a água, o solo - chamados factores abióticos - e os seres vivos que coabitam no mesmo biótopo.

 

Meio ambiente é o conjunto de forças e condições que cercam e influenciam os seres vivos e as coisas em geral. Os constituintes do meio ambiente compreendem clima, iluminação, pressão, teor de oxigénio, condições de alimentação, modo de vida em sociedade e para o homem, educação, companhia, etc.

 

Os factores ambientais sem vida, tais como temperatura e luz do Sol, formam o meio ambiente abiótico. E os seres vivos ou os que recentemente deixaram de viver, tais como as algas e os alimentos, constituem o meio ambiente biótico. Tanto o meio ambiente abiótico quanto o biótico actuam um sobre o outro para formar o meio ambiente total de seres vivos e sem vida.

 

O meio ambiente abiótico inclui factores como solo, água, atmosfera e radiações. É constituído de muitos objectos e forças que se influenciam entre si e influenciam a comunidade de seres vivos que os cercam. Por exemplo, a corrente de um rio pode influir na forma das pedras que jazem ao longo do fundo do rio. Mas a temperatura, limpidez da água e sua composição química também podem influenciar toda sorte de plantas e animais e sua maneira de viver. Um importante grupo de factores ambientais abióticos constitui o que se chama de tempo.

 

Os seres vivos e os destituídos de vida são influenciados pela chuva, geada, neve, temperatura quente ou fria, evaporação da água, humidade (quantidade de vapor de água no ar), vento e muitas outras condições do tempo. Muitas plantas e animais morrem a cada ano por causa das condições do tempo. Os seres humanos constroem casas e usam roupas para proteger-se dos climas ásperos. Estudam o tempo para aprender a controlá-lo. Outros factores abióticos abrangem a quantidade de espaço e de certos nutrientes (substâncias nutritivas) de que pode dispor um organismo.

 

Todos os organismos precisam de certa quantidade de espaço em que possam viver e levar avante as relações comunitárias. Também precisam de certa quantidade de nutrientes desprovidos de vida, como por exemplo o fósforo, para manter actividades corporais como a circulação e a digestão.

 

O meio ambiente biótico inclui alimentos, plantas e animais, e suas relações recíprocas e com o meio abiótico. A sobrevivência e o bem-estar do homem dependem grandemente dos alimentos que come, tais como frutas, verduras e carne. Depende igualmente de suas associações com outros seres vivos. Por exemplo, algumas bactérias do sistema digestivo do homem ajudam-no a digerir certos alimentos.

 

Os factores sociais e culturais que cercam o homem são uma parte importante de seu meio ambiente biótico. Seu sistema nervoso altamente desenvolvido tornou possível a memória, o raciocínio e a comunicação. Os seres humanos ensinam a seus filhos e aos seus companheiros o que aprenderam. Pela transmissão dos conhecimentos, o homem desenvolveu a religião, a arte, a música, a literatura, a tecnologia e a ciência. A herança cultural e a herança biológica do homem possibilitaram-lhe progredir além de qualquer outro animal no controle do meio ambiente. Nas últimas décadas, ele começou a explorar o meio ambiente do espaço cósmico.

 

Todo ser vivo se encontra em um meio que lhe condiciona a evolução de acordo com o seu património hereditário. A reacção evolução sobre o património leva à individualização dos seres e a sua adaptação ao modo de vida. Quando o meio muda, o organismo reage através de uma nova adaptação (dentro da faixa permitida pelo património hereditário) que, segundo Lamarck, seria sempre eficaz, mas que, na realidade, pode ser prejudicial e agravar as consequências da mudança. Por exemplo, alterações bruscas como as que geralmente ocorrem em lagoas acarretam muitas mortes.

 

A locomoção, no reino animal, e a dispersão das diásporas, no reino vegetal, permitem às espécies instalarem-se em novos ambientes, mais favoráveis. É o aspecto principal da migração. O organismo pode, também, diminuir as trocas ou contactos com um meio hostil através da reclusão (construção de um abrigo, enquistamentos, anidrobiose, etc.)

 

Enfim, uma espécie pode organizar seu meio por iniciativa própria (insectos sociais, castor e espécie humana).

 

 

 (Fonte Wikipedia)

publicado por maripossa às 21:52 link do post
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01 de Junho de 2007

Camilo Ferreira Botelho Castelo Branco (Lisboa, 16 de Março de 1825 — São Miguel de Seide, 1 de Junho de 1890) foi um escritor português.

Teve uma vida atribulada que lhe serviu muitas vezes de inspiração para as suas novelas. Foi o primeiro escritor de língua portuguesa a viver exclusivamente dos seus escritos literários. Apesar de ter de escrever para um público, sujeitando-se assim aos ditames da moda, conseguiu ter uma escrita muito original.

Camilo Castelo Branco teve uma vida atribulada, passional e impulsiva. Uma vida tipicamente romântica.

Foi órfão de mãe quando tinha um ano de idade e órfão de pai quando tinha dez anos, o que lhe criou um carácter de eterno insatisfeito com a vida. Estando órfão, foi recebido por uma tia de Vila Real, e depois por uma irmã mais velha em Vilarinho de Samardã, em 1839 recebendo uma educação irregular através de dois padres de província.

Na sua adolescência formou-se lendo os clássicos portugueses e latinos, lendo literatura eclesiástica e em contacto com a vida ao ar livre transmontana.

Aos dezesseis anos contrai matrimónio com Joaquina Pereira que cedo abandona. O seu carácter instável e irrequieto leva-o a amores tumultuosos (Patrícia Emília, a freira Isabel Cândida).

Ainda a viver com Patrícia Emília de Barros, Camilo publicou n'O Nacional, correspondências contra José Cabral Teixeira de Morais, governador civil. Devido a esta desavença é espancado pelo «Olhos-de-Boi», capanga do governador. As suas irreverentes correspondências jornalísticas valeram-lhe, em 1848, nova agressão a cargo de Caçadores 3. Camilo abandona Patrícia nesse mesmo ano, fugindo para casa da irmã, residente agora em Covas do Douro.

Camilo tenta cursar medicina no Porto. A partir de 1848 faz uma vida de boémia, repartindo o seu tempo entre os cafés e os salões burgueses, dedicando-se no entanto ao jornalismo.

Apaixona-se por Ana Plácido, e quando esta se casa, tem, de 1850 a 1852, uma crise de misticismo, chegando a cursar o seminário que abandona. Ana Plácido é mulher de um negociante chamado Pinheiro Alves, um brasileiro (daí aparecer a personagem tipo do brasileiro tantas vezes nas suas novelas, quase sempre de maneira depreciativa). Ele seduz e rapta Ana Plácido e, depois de algum tempo a monte, são capturados pelas autoridades e julgados. Este caso emocionou a opinião pública pelo seu conteúdo tipicamente romântico do amor contrariado que se ergue à revelia das convenções sociais. Ficam presos na cadeia da relação do Porto, onde escreveu Memórias do Cárcere, tendo conhecido o famoso delinquente Zé do Telhado. Depois de absolvidos do crime de adultério, Camilo e Ana Plácido passam a viver juntos.

Entretanto Ana Plácido tem um filho, de origem incerta, teoricamente de seu antigo marido Pinheiro Alves, ao que se somam mais dois de Camilo. Com uma família para sustentar Camilo vai escrever a um ritmo alucinante.

Quando o ex-marido de Ana Plácido, Pinheiro Alves, falece em 1863, o casal vai viver para a sua casa, em São Miguel de Seide. Em 1885 obtém o título de visconde de Correia Botelho. Em 9 de Março de 1888 casa-se com Ana Plácido.

Camilo passa os últimos anos da sua vida ao lado de Ana Plácido. No entanto, não encontra a estabilidade emocional por que anseia. As dificuldades financeiras são muitas e os filhos dão-lhe enormes preocupações: considera Nuno irresponsável e Jorge sofre de uma doença mental. A progressiva e crescente cegueira (causada pela sífilis), impede Camilo de ler e de trabalhar capazmente, o que o mergulha num enorme desespero. Às 15h15 de 1 de Junho de 1890, depois da visita de um oftalmologista que lhe confirmara a gravidade do seu estado, Camilo desfere na têmpora direita um tiro de revólver, acabando por morrer às 17h00 do mesmo dia.

Fonte Wikipédia

publicado por maripossa às 18:31 link do post
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25 de Maio de 2007

Este dia de Maio 25 tem algumas datas significativas para comemorar, mas a maior de todas é!..em primeiro o ser o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, pois se as crianças são as melhores coisas do Mundo, todos devia-mos ter o dever de cuidar acarinhar respeitar os seus direitos, aqueles que estão consagrados na “UNICEF”, mas muitas vezes fazemos ouvidos moucos e surdos para o que nos rodeia, temos em nossa volta gente sem carácter que rodeia as nossas crianças, para ver se na altura certa ataca como os tigres, mas mesmo os tigres tem amor as crias, e o ser humano não?..Alguns claro, pois vamos lutar com todas as nossas forças para encontrar, as crianças neste momento aqueles que temos mais conhecimento, pois basta de tanta tristeza, para os pais e familiares.

 

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 medeline foto da net              O Rui Pedro              O Rui Pereira

 

Em segundo lugar, mas se calhar, pertence a primeiro?..mas penso que este caso será igual ou parecido é os Povos de África, que tão maltratado tem sido ao longo dos anos quer pela colonização, quer pela guerra doença HIV/SIDA ainda estes dias entrei no blog amigo da “papoilafalando em África onde escutei um vídeo com o Hino que me fez chorar, tal ele era lindo pela voz de Paul Simon”só espero que agora alguns países de África o possam ser felizes, mas sem a mão de alguns que irão para lá á espera do ouro negro que ainda possam tirar a este povo sofrido.

 

 

 

 

Em terceiro lugar, como já fiz um post hoje serão os Bombeiros Voluntários pois de qual eu faço parte a muito tempo, pois não quero louros para mim mas sim para todos que lutam por uma boa causa, onde estão prontos para todas as necessidades e poucos lhe dão os devidos méritos, mas tudo que nós fazemos e eu falo por mim nunca me arrependi de nada, e estou sempre pronta para o que for necessário só assim vale esta sigla vida por vida

 

simulacro antigo

publicado por maripossa às 23:22 link do post
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