SABORLATINO
Convite à Dança e Música
31 de Janeiro de 2008

A coladeira (koladera em crioulo cabo-verdiano) é um género musical e de dança de Cabo Verde.
Como dança
Como dança, a coladeira constitui uma dança de salão, dançada aos pares. Os executantes dançam com um braço a enlaçar o parceiro enquanto que com o outro braço mantêm as mãos dadas. A dança é efectuada imprimindo duas oscilações do corpo e uma ondulação dos ombros, para um lado, num compasso da música, enquanto que no compasso seguinte as oscilações são feitas para o outro lado.

A partir dos 50 vão surgindo na coladeira inovações paralelas às que foram surgindo com a morna. É neste período que se começam a usar instrumentos eléctricos e que se começa a divulgar internacionalmente a coladeira, quer através de interpretações no estrangeiro, quer através de produção discográfica. A coladeira continua a sofrer influências externas, como por exemplo, a música brasileira, mas também alguma influência de música anglo-saxónica. Nos anos 70, com o surgimento de movimentos de libertação ao colonialismo e ligação a países socialistas, outras influências vieram juntar-se à coladeira, como por exemplo música latino-americana (rumba, salsa, cúmbia) e música africana (sobretudo de Angola e Guiné-Bissau).

Em termos de estrutura musical, pouco a pouco a coladeira vai perdendo traços que ainda a identificavam com a morna. É neste período também que se estabelece a dicotomia morna \ coladeira.

Fonte Wikipédia

foto da net

publicado por maripossa às 23:46 link do post
29 de Janeiro de 2008

 

Elis Regina Carvalho Costa (Porto Alegre, 17 de março de 1945 — São Paulo, 19 de janeiro de 1982) foi uma cantora brasileira. De morte trágica e prematura, deixou vasta e brilhante obra na música popular brasileira. Era carinhosamente chamada a Pimentinha.

Elis Regina nasceu na capital do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, onde começou a carreira como cantora aos onze anos de idade em um programa de rádio para crianças chamado O Clube do Guri, na Rádio Farroupilha, apresentado por Ari Rego. Sobre o começo da carreira de Elis e a disputa entre quem de fato a lançou, o produtor Walter Silva disse à Folha de S. Paulo [1]: "Poucas pessoas sabem quem realmente descobriu Elis. Foi um vendedor da gravadora Continental chamado Wilson Rodrigues Poso, que a ouviu cantando menina, aos quinze anos, em Porto Alegre. Ele sugeriu à Continental que a contratasse, e em 1962 saiu o disco dela. Levei Elis ao meu programa, fui o primeiro a tocar seu disco no rádio. Naquele dia eu disse: Menina, você vai ser a maior cantora do Brasil. Está gravado.


 Fonte wikipédia

 

 

 

publicado por maripossa às 23:58 link do post
26 de Janeiro de 2008

Hoje dia 26 começou a minha "vida"como bloguista . Pois durante algum tempo, passava nestes espaços que são os blogs, comentava a amigos que foi conhecendo, da qual foi gostando de entrar, pelas palavras escritas pela simpatia, amabilidade  e achegas quando as mesmas são necessárias, mas o primeiro onde comentava sempre era na PRAIA DA CLARIDADE do meu amigo Filipe, logo de seguida foi dar a Collybry,a Chicailheu a Florinda a Luísa a Tibeu e assim por diante, mas aquele que de certa forma fez força foi o Filipe, então um dia estando aqui com os meus botões, me deu para clicar e começar...em boa hora o fiz, pois uma grande amizade foi crescendo como algodão doce, que toda a criança gosta, e porque gosto muito do (padrinho) Filipe aqui vai ficar um bolo de amizade para todos comemoramos  Sabor Latino

 



 

 Me sinto feliz por este dia,e ofereço um pouco do mesmo a todos vós obrigados pelo carinho e amaizade.

publicado por maripossa às 00:27 link do post
25 de Janeiro de 2008

Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim (Rio de Janeiro, 25 de Janeiro de 1927 - Nova Iorque, 8 de Dezembro de 1994) , mais conhecido como Tom Jobim, foi um compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e violonista brasileiro. É considerado um dos maiores expoentes da música brasileira e um dos criadores do movimento da Bossa Nova. Tom Jobim é um dos nomes que melhor representa a música brasileira na segunda metade do século XX e é praticamente uma unanimidade entre críticos e público em termos de qualidade e sofisticação musical.( Desafinado de Tom Jobim Voz de Gal Costa)

Fonte wikipédia

 

Muitas músicas,fez orquestação fazendo uma grande sintonia com Vinicius de Moraes,foi o grande impulsionador da Bossa Nova,onde fez grandes arranjos músicas para Èlis Regina e muitas vozes que todos nós conhecemos,entre os quais Chico Buarque

publicado por maripossa às 20:27 link do post
24 de Janeiro de 2008

Simone Macedo de Oliveira, filha de pai belga e mãe portuguesa, nasceu em Lisboa no dia 11 de Fevereiro de 1938.

Na sequência de uma crise, aos 19 anos, o médico aconselhou-a a distrair-se tendo optado, por ideia da sua irmã, por matricular-se no Centro de Preparação de Artistas da Emissora Nacional. Começou por se apresentar nos programas do prof. Motta Pereira.

A estreia da cantora em público ocorreu, em Janeiro de 1958, no I Festival da Canção Portuguesa, realizado no cinema Império, em Lisboa. Nos dois anos seguintes iria vencer esse mesmo Festival.

Em 1959, a editora Alvorada lança um EP com 4 artistas. Simone de Oliveira aparece com a canção "Sempre Que Lisboa Canta". É lançado também um EP com os temas "Amor à Portuguesa" (La Portuguesa), "Tu", "Nos Teus Olhos Vejo o Céu" (Nel Blu Dipinto di Blu) e "Tu e Só Tu" (Love Me For Ever).

Estreia-se no teatro de revista em 1962. Vence também, nesse ano, o Festival da Canção da Figueira da Foz.

Recebe o Prémio de Imprensa do ano de 1963.

Em 1964 grava um EP com os temas "Canção Cigana", "Sempre Tu Amor", "Quero e Não Quero" e "Alguém Que Teve Coração".

Na 1ª edição do Grande Prémio TV da Canção Portuguesa Festival RTP da Canção fica em 3º lugar com "Olhos Nos Olhos". "Amar É Ressurgir", o outro tema apresentado, fica em 8º lugar.

António Calvário e Simone gravam um EP com versões do filme "My Fair Lady".

Em Março de 1965 recebe o Prémio de Imprensa de 1964 para melhor cançonetista. Vence o Festival RTP da Canção de 1965 com o tema "Sol de Inverno", de Nóbrega e Sousa e Jerónimo Bragança, enquanto "Silhuetas Ao Luar" fica em 4º lugar. Representa Portugal no Festival da Eurovisão realizado em Nápoles. É eleita Rainha da Rádio.

É editado o EP "IV Festival da Canção Portuguesa" com os temas "Nem Tu Nem Vocês", "Se Tu Queres Saber Quem Sou", "Quando Será" e "Canção do Outono" e o EP "Praia de Outono" onde é acompanhada pelo Thilo's Combo e pela Orquestra de Jorge Costa Pinto). Lança também alguns discos com versões da banda sonora do filme "Música No Coração". Além do tema "Música No Coração" grava canções como "Onde Vais" [Edelweiss], "As Coisas De Que Eu Gosto" e "Dó-ré-mi".

Participa com "Começar de Novo", de David Mourão Ferreira e Nóbrega e Sousa]], no I Festival Internacional da Canção do Rio de Janeiro, realizado em 1966. Amália Rodrigues fez parte do júri e escolheu Simone de Oliveira como representante de Portugal.

Ainda em 1966, Simone grava uma versão de "A Banda" de Chico Buarque e faz parte do elenco do musical "Esta Lisboa Que Eu Amo" que esteve em cena no Teatro Monumental.

Lança um EP com "Marionette", uma versão de "Puppet On A String" de Sandie Shaw, e "Esta Lisboa Que Eu Amo". Lança também o disco "A Voz E Os Êxitos" que inclui uma versão de "Yesterday" dos Beatles, entre outros temas.

Amália Rodrigues inicia uma temporada no Olympia, em França, como primeira figura do espectáculo "Grand Gala du Music-Hall Portugais", inteiramente composto por um elenco português. Simone de Oliveira é um dos nomes convidados ao lado do Duo Ouro Negro, Carlos Paredes, entre outros.

Concorre ao Grande Prémio TV da Canção de 1968 com os temas "Canção Ao Meu Piano Velho" e "Dentro de Outro Mundo".

É editado um EP com os temas "Viva O Amor", "Nos Meus Braços Outra Vez", "Quando Me Enamoro" e "Para Cada Um Sua Canção" e outro com os temas "Cantiga de Amor", "Amanhã Serás O Sol" e "Não Te Peço Palavras".

Lança um disco com os temas "Aqueles Dias Felizes", "Pingos de Chuva" e "Fúria de Viver".

Vence o Festival RTP da Canção de 1969 com "Desfolhada Portuguesa", da autoria de José Carlos Ary dos Santos e Nuno Nazareth Fernandes. Perde a voz, um incidente que se prolongará por cerca de dois anos. Nesta fase aceita tudo o que lhe oferecem para sobreviver. Desde o jornalismo, à rádio, à locução de continuidade ou à apresentação do concurso das Misses de Portugal e de espectáculos no casino da Figueira da Foz.

Recupera do problema que lhe tinha afectado as cordas vocais: a voz era mais grave, mas podia continuar a cantar. Grava um EP com temas de José Cid. O tema principal é "Glória, Glória Aleluia" que Tonicha levou ao 1º Festival da OTI.

Participa no Festival RTP da Canção de 1973 com "Apenas O Meu Povo".

A sua carreira estava marcada por músicas e letras compostas por autores de qualidade, muitos deles anti-fascistas. Isso ajuda a que, após o 25 de Abril de 1974, continue a sua carreira e participe em revistas como "P'ra Trás Mija a Burra".

Em 1977 é convidada para participar no espectáculo do Jubileu de Isabel II de Inglaterra.

Vence o 1º prémio de interpretação do Festival da Nova canção de Lisboa, de 1979, com "Sempre Que Tu Vens É Primavera".

Em 1980 representa Portugal no Festival da OTI, em Buenos Aires, com "Á Tua Espera". Durante os ensaios a orquestra levantou-se para a aplaudir. Arrecadaria o prémio de interpretação do Festival Ibero-Americano da Canção.

O álbum "Simone" é editado em 1981. Para este disco grava "Á Tua Espera" e "Quero-te Agradecer", da dupla Tozé Brito e Pedro Brito, e temas de António Sala ("Auto-retrato"), Paulo de Carvalho ("Canção") e Varela Silva ("Espectáculo"). Outros temas são as versões de "Pela Luz Dos Olhos Teus" de Vinicius de Morais e Tom Jobim e "Il S'en Va Mon Garçon" de Gilbert Bécaud. Anteriormente já gravara temas como "Reste" e "C'est Triste Venice".

No teatro faz de "Genoveva" na peça "Tragédia da Rua das Flores" baseada na obra homónima de Eça de Queirós. Participa também na série "Gente Fina É Outra Coisa" da RTP onde contracena com nomes como Nicolau Breyner e Amélia Rey Colaço.

Comemora as bodas de prata da sua carreira com o programa televisivo "Meu Nome é Simone".

O disco "Simone, Mulher, Guitarra", editado em 1984, é uma incursão da cantora no fado, com produção de Carlos do Carmo. Cinco dos temas pertencem a José Carlos Ary dos Santos e os restantes são de Luís de Camões ("Alma Minha Gentil Que Te partiste"), Fernando Pessoa ("Quadras"), Cecília Meireles ("Canção"), Florbela Espanca ("Amiga, Noiva, Irmã") e Miguel Torga ("Prece").

Em 1988 apresenta o programa de televisão "Piano Bar" da RTP.

Faz parte do elenco do musical "Passa por Mim no Rossio" (1991).

Em 1992 é editado o álbum "Algumas Canções do Meu Caminho". Apresenta este espectáculo ao vivo no Teatro Nacional S. João, TEC e no Funchal.

Filipe La Féria convida Simone para "Maldita Cocaína" de 1993.

Em 1997 celebra os seus 40 anos de carreira com um espectáculo na Aula Magna, de Lisboa. É lançado o duplo CD "Simone Me Confesso". O espectáculo "Simone Me Confesso" é apresentado na Expo-98.

O álbum "Mátria" de Paulo de Carvalho, editado em 1999, com letras de várias mulheres portuguesas, inclui um tema com letra de Simone.

Em 2000, Simone de Oliveira participa no tema "Sem Plano" dos Cool Hipnoise. O convite surgiu após se terem conhecido em Beja, numa comemoração do dia mundial do livro.

"Kantigamente" é o nome do espectáculo apresentado no São Luís, com produção de Fátima Bernardo (Casa das Artes). Os discos "Simone" e "Simone - Mulher, Guitarra" foram reeditados, em Abril de 2003, pela Universal. Em Julho de 2003 é editado o livro "Um País Chamado Simone" (Garrido Editores) do jornalista Nuno Trinta de Sá. Trata-se da segunda Biografia depois de "Eu Simone Me Confesso" de Rita Olivais.

Em 2003 lança o livro "Nunca Ninguém Sabe" (Publ. D. Quixote )onde relata a sua luta contra o cancro da mama.

Simone grava um CD e um DVD, ambos com o nome "Intimidades", que registam dois dias de espectáculos ao vivo, no Fórum Cultural do Seixal, acompanhada por José Marinho (piano) e Andrzej Michalczyk (violoncelo).

No ano 2008 Simone integra o elenco da nova versão de Vila Faia na RTP, onde vai encarnar Efigénia dos Santos Marques Vila, papel que na versão anterior era desempenhado pela actriz Mariana Rey Monteiro.

Simone de Oliveira tem dois filhos, Maria Eduarda e António Pedro. Recebeu vários Prémios de que destaca os Prémios de Imprensa, Popularidade, Interpretação e ainda o Prémio Pozal Domingues. Foi condecorada com a Grande Ordem do Infante.

publicado por maripossa às 19:55 link do post
22 de Janeiro de 2008

 

Para quem não saiba, a rumba para além de ser uma dança,de muito encanto e beleza muito sensual,pois os dois tem de estar bem sincrinizados com passos e postura corporal,para que a mesma saia com muita definição,pois imaginem a mesma...ser dançada no gelo como este par,que o faz com grande beleza e romantismo,adorei o video! Convido para verem

publicado por maripossa às 21:29 link do post
18 de Janeiro de 2008

Hoje vou recordar um dos artistas portugueses que deixaram marca, quer como cantor, como compositor, Carlos Paião falar  dele, será pouco do que ele deixou, do que escreveu para outros cantarem, aquele jovem na altura, que num fatídico dia, numa recta perigosa perde sua vida na flor da idade e artística,  se perdeu uma voz um cantor e um artista, ainda hoje gosto de recordar melodias dele...entre as quais (Versos de Amor)

publicado por maripossa às 23:00 link do post
16 de Janeiro de 2008

António Maria de Matos nasceu no Porto em 28 de Setembro de 1924. Os seus pais eram actores da Companhia Desmontável de Teatro Rafael de Oliveira e é aí que começa a cantar.

Em 1945, consegue entrar como cantor para a Emissora Nacional mas que abandona rapidamente.

Três anos mais tarde, por intermédio do fadista Júlio Peres, surpreende quem o ouve no Café Luso, em Lisboa, onde permanecerá durante dois anos.

Em 1950, o editor Manuel Simões leva-o a Madrid para gravar o seu primeiro disco. "Cartas de Amor" torna-se um grande êxito. Outros sucessos desta altura são "Trovador", "Ao Menos Uma Vez" e "A Lenda das Algas". Em 1952 estreia-se no teatro de revista.

Em 1953 actua pela primeira vez no Brasil. Em São Paulo cumpre, pelo dobro do tempo, um contrato inicial de 3 meses.

A partir de 1957 ficará no Brasil durante seis anos. Com Maria Sidónio abre, em Copacabana, o restaurante típico "O Fado". Chegava a actuar em seis ou sete espectáculos diários e à noite ainda cantava na sua casa de fados. Continuou a actuar com muito sucesso na rádio e na televisão.

Um EP com as canções "Só Nós Dois", "Procuro e Não Te Encontro", "Vendaval" e "Lado a Lado", gravado originalmente no Brasil, torna-se um grande sucesso em 1962. No ano seguinte decide regressar a Portugal.

Em 1964 enche o Pavilhão dos Desportos e faz a sua estreia no cinema no filme "A Canção da Saudade" de Henrique Campos

Em 3 de Abril de 1965, recebe no Pavilhão dos Desportos o Prémio de Imprensa da Música Ligeira de 1964.

Participa no filme "Rapazes de Táxis", de 1965, realizado por Constantino Esteves onde contracena com António Calvário.

Em 1966 concorre ao Festival RTP da Canção com "Nada e Ninguém".

Em 8 de Fevereiro de 1969 recebe o Prémio da Imprensa, na categoria de Fado, do ano de 1968. Participa ainda no filme "Bonança & Companhia" de 1969.

Em 1970 participa no filme "O Destino Marca a Hora" de Henrique Campos, onde também entram Isabel de Castro e Eugénio Salvador, onde canta temas como "O Destino Marca a Hora", "Não Digas Que Me Conheces", "Digo Adeus à Saudade" e "Viver Sem Ter Amor".

Em 1972 é estreado em Moçambique o filme "Derrapagem" onde participa como actor e produtor.

Faz uma digressão pelos Estados Unidos em 1974. No ano seguinte fixa aí residência ficando por lá durante 8 anos.

Funda, em Lisboa, com os fadistas Carlos Zel e Filipe Duarte, o restaurante "Fado Menor".

Em Junho de 1985 é convidado de Vitorino no seu espectáculo do Coliseu. Tony de Matos grava depois o álbum "Romântico". Em Novembro de 1985 dá um concerto em nome próprio no Coliseu dos Recreios que contou com a participação de Maria da Fé e Carlos Zel.

Participa no primeiro programa da série "Humor de Perdição", da autoria de Herman José.

No ano de 1988 é editado o álbum "Cantor Latino" onde cantou temas de Rui Veloso, Fernando Tordo, Carlos Mendes, Paulo de Carvalho, Tozé Brito, Maria Guinot, João Gil e Rosa Lobato de Faria.

Morreria em 8 de Junho de 1989, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, vítima de cancro.

O concerto do Coliseu dos Recreios, realizado em Novembro de 1985, foi editado em DVD numa edição da Ovação e dos Videos RTP.

Curiosidades
-Vendaval, De homem para homem, -Destino marca a hora, Só nós dois, Coitado do Zé Maria, Quarto Alugado, De Bar em Bar, A Tal, Quando Cai uma Mulher, Poema do Fim, é que Sabemos, -Hás-de Pagar, Tu Sabes Lá, Vou Trocar de Coração, Maria do Céu, são alguns dos seus maiores sucessos.

Uma das coisas que mais gostava de fazer era a recolha de repertório. Era uma actividade diária de que não abdicava. Pouco tempo antes de morrer revelou que tinha material para mais de três álbuns.

A sua última companheira foi a fadista Lidia Ribeiro, mãe de Teresa Guilherme.

Apesar de durante meia dúzia de anos ter sido quem mais vendeu em Portugal não obteve nenhum disco de ouro (que não existia à data). Não tinha nenhum dos seus discos. Não sabia quantos tinha gravado mas não conseguiria ter todos. Tinha pena porque o seu filho deveria gostar de os possuir.

Não havia fã que lhe escrevesse que ficasse sem resposta. Se o grande objectivo dos artistas é serem conhecidos, a popularidade torna-se muito agradável.

Fonte wikipédia

Tive o previlégio de conhecer este cantor,pois ele era grande amigo do meu pai e mãe,tenho os discos de venil,de 45 rotações que os guardo com todo o carinho,onde muitas vezes os coloco a tocar,para recordar esta linda voz romantica e sobretudo Latina,para verem aqui vai ser colocado a cópia de um disco,autografado pelo próprio Tony de Matos

Saborlatino

publicado por maripossa às 17:19 link do post
13 de Janeiro de 2008

O disco de vinil, ou simplesmente Vinil ou ainda Long Play (abreviatura LP), ou coloquialmente bolachão é uma média desenvolvida no início da década de 1950 para a reprodução musical, que usava um material plástico chamado vinil.

Trata-se uma bolacha de material plástico, usualmente de cor preta, que regista informações de áudio, as quais podem ser reproduzidas através de um gira-discos .

O disco de vinil possui micro-sulcos ou ranhuras em forma espiralada que conduzem a agulha do gira-discos da borda externa até o centro no sentido horário. Trata-se de uma gravação analógica, mecânica. Esses sulcos são microscópicos e fazem a agulha vibrar, essa vibração é transformada em sinal eléctrico e por fim amplificado e transformado em som audível (música).

 
Exemplo de um disco de vinil. O vinil é um tipo de plástico muito delicado e qualquer arranhão pode comprometer a qualidade sonora. Os discos precisam constantemente ser limpos e estar sempre livres de poeira, ser guardados sempre na posição vertical e dentro de sua capa e envelope de protecção . A poeira é o pior inimigo do vinil pois funciona como um abrasivo, danificando tanto o disco como a agulha.


Quem não se lembra dos discos de vinil , ou de 45 rotações, só era preciso um gira-discos e vamos dançar numa garagem nas tardes de Domingo, para nós juventude dos anos sessenta era o melhor que nos davam, pois durante a semana havia de estudar! para alguns para outros trabalhar, em geral no comercio pois naquele tempo era moda o fazerem.

hoje me deu para pegar neste texto bastante engraçado.

publicado por maripossa às 21:35 link do post
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11 de Janeiro de 2008

Depois de andar a procura,encontrei este video que de certa forma ensina alguns passos de merengue,é uma dança bastante animada desccontrai como é fim de semana vamos tentar aprender alguns passos

publicado por maripossa às 22:20 link do post
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